[ Resenha ] Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose

O livro que deu origem ao filme Hitchcock 
Autor: Stephen Rebello
Ano: 2013
Páginas: 256
Editora: Intrínseca
SINOPSE: O livro de 1960, entrou para a história do cinema como uma das obras mais importantes do mestre do suspense Alfred Hitchcock. No livro, o jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores da produção considerada pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos, conta a impressionante história real que inspirou o filme e revela a decisão do cineasta, após a recusa do projeto pela Paramount, de bancar ele próprio as filmagens, atraindo estrelas famosas por uma fração do cachê habitual, marca de sua obstinação artística e determinação. Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose será publicada em 25 de janeiro e inspirou Hitchcock, filme de Sacha Gervasi protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição da Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

“O mundo entra em Psicose”
Bem vindos ao melhor livro do ano de 2015. Para minha maior surpresa o e-book abalou as leituras da Maratona Literária de Inverno 2015, a melhor leitura que acabei pegando neles, foi um extra incluso e poucas páginas para tanta curiosidade.
Pense no cinema de 1960, não existia nenhuma tecnologia que tem hoje em dia, a nudez não era permitida e só os livros de Poe eram o ápice de suspense e terror, isso porque Poe foi um escritor de 1849.
Rebello descreve como foi à criação do filme, este roteirista da própria adaptação, apesar de escrever o livro, ele não é o melhor da história, seus conflitos com Hitchcock foi notado por mim e por muitos, ele desmereceu o diretor e o próprio autor do livro, Robert Block. Mas aqui ele parece se redimir e apresentar toda a poderosa figura que é Alfred Hitchcock, nada mais justo do que admirar esse homem, assim como eu admiro.
O mundo estava abalado, em 1957, naquele mês, a polícia de Plainfield identificou Ed Gein, um aparvalhado sujeito de 51 anos que vivia de fazer entregas e biscates, como um dos mais terríveis assassinos em série já nascidos no país. Ao remexerem a bagunça da cozinha e do quarto de Ed, os policiais tiveram uma visão para a qual nenhum acidente na estrada ou baderna numa noite de sábado poderia tê-los preparado.
“Ed Gein, com seu sorriso de dentes frouxos, não vivia sozinho, afinal de contas. Dividindo o teto com ele havia duas tíbias. Dois pares de lábios humanos pendurados num cordão. Alguns narizes em cima da mesa da cozinha. Uma bolsa e braceletes feitos de pele humana. Quatro cadeiras estofadas de carne. Uma fileira bem- ordenada de dez crânios. Um tambor feito a partir de um latão com pele humana como couro. Uma vasilha de sopa que era a metade de cima de um crânio invertida. As peles descarnadas de quatro rostos de mulheres, com ruge e maquiagem, presas com tachinhas na parede à altura dos olhos. Cinco rostos guardados em sacos plásticos, “de reserva”. Dez cabeças de mulher, com a parte acima da sobrancelha cortada fora. Um par de calças feitas de pele humana e um “colete” incluindo mamas, arrancadas de alguma outra infeliz.”
Sim, um assassino em série, que adorava “desmontar as coisas” para ver “como funcionavam”.
As piadas de mau gosto, “Gein-ers”, como chamavam os moradores locais, surgiam por todos os lados. A escada: “Como eram os parentes de Ed Gein?” A piada: “Deliciosos.” Ou “Qual era o telefone dele?”, que resultava no trocadilho: “O-I-C-U-8- 1-2” (Oh, I see you ate one too [oh, vejo que você também comeu um]). E uma para aliviar outro terror indescritível: “Por que ninguém nunca conseguiu manter Gein preso?” A piada: “Porque ele desenhava uma mulher na parede e abria caminho a dentadas.”.

Robert começou a escrever e algumas coisas batiam com o mais conhecido assassino do momento, ele nega veementemente que se inspirou nos noticiários e de certa forma como conseguiria tanta informação sendo que nem a policia divulgou os detalhes dos assassinatos? Então há quem concorde e quem não sobre ser cópia da realidade, vai lá saber.
Eis alguns trechos do autor comentando no livro sobre a criação deste.

“Na minha cabeça, o personagem seria parecido com o ator Rod Steiger na época — alguém que vivia sozinho, meio recluso e sem muitos amigos. Como ele escolheria as vítimas? Resolvi que ele seria o gerente de um motel, pois assim teria acesso fácil a desconhecidos. Eu não sabia com certeza na época que o assassino de verdade também era um ladrão de sepulturas. Além do mais, não era exatamente educado abordar esse tipo de coisa nos jornais, sem falar na ficção de mistério dos anos 1950.”
‘Digamos que ele tivesse uma fixação na mãe’, com base estritamente no tipo de personalidade pervertida que ele tinha. Vamos supor que a mãe estava morta — naturalmente, para a conveniência da narrativa, não a queríamos andando por aí —, mas que ele acreditava que ela continuava viva. A razão dos surtos de amnésia seria que ele se tornava sua mãe enquanto estava cometendo os crimes. Ele teria de conversar com ela quando estava sozinho. Daí eu pensei: ‘Não seria legal se ela estivesse realmente presente de alguma forma?’ Foi quando me veio a ideia de que ele mantinha o corpo dela preservado.’

Ocorreu-me fazer algo não muito comum em ficção: estabelecer uma heroína, dar a ela um problema, torná-la mais ou menos simpática para fazer com que o leitor tivesse alguma empatia, e aí matá-la por volta do primeiro terço da história. Os leitores diriam: ‘Meu Deus, e agora? Ela se foi.’” Bloch desferiria um perverso golpe de mestre ao planejar não só o momento certo mas também a maneira como sua heroína sairia de cena. “Eu tinha a opinião de que uma pessoa nunca está tão indefesa quanto no chuveiro”, recorda-se, com o orgulho repuxando os cantos dos lábios. “Nus, num espaço apertado, sentimo-nos totalmente sós. Uma súbita intrusão assim é um grande choque. Cheguei a um recurso, que funcionou no papel, de terminar o capítulo com uma cortina de chuveiro sendo aberta repentinamente. ‘A faca cortou-lhe o grito. E a cabeça.’

Isso é chocante. Eu não tinha pensado num filme naquela época; na verdade, não se faziam filmes com esse grau de violência.”

Bloch incluiu em Psicose a dedicatória: “10% deste livro é dedicado a Harry Altshuler, que fez 90% do trabalho, afinal foi Harry que conseguiu todo o sucesso para a publicação, fui conferir na obra que tenho e não é que é verdade.




Cada detalhe teve suma importância na produção, com pouca renda em um filme que ninguém deu credito, Hitchcock caprichou para conseguir o mérito de ótimo diretor, vindo recentemente de uma humilhação por um filme estrangeiro, este decidiu usar seu próprio dinheiro e contatos para garantir que Psicose saísse, e com toda a sua pequena produção conseguiu um filme que até hoje marca o cinema mundial.

O filme de 30 dias, intitulado desta forma para ser mais um desafio do diretor, Psicose entrou em produção, o logotipo criado por Palladino para o título evocava letras retalhadas por uma faca, ou despedaçadas por um grito ou até pela loucura em si, o toque macabro em preto e branco deixou tudo mais sombrio.
No romance, Bloch transformou Plainfield, no meio-oeste, em “Fairvale”, uma cidadezinha monótona e sem graça no sudoeste. Na ficção, o escritor tornou Gein um gerente de motel dominado pela mãe, o atarracado Norman Bates, cujos rompantes de loucura eram abastecidos por álcool, pornografia, Saint-Saëns e Beethoven.

Bates recebe uma hóspede bela e vulnerável, Mary Crane (a primeira vítima de Gein se chamava Mary), com quarenta mil dólares roubados — de se encontrar com seu amante, dono de uma loja de ferragens (a segunda vítima de Gein era dona de uma loja de ferragens). Durante um jantar e uma conversa, Mary desperta a compaixão — e a luxúria — do patético Bates. Depois que Mary vai para seu quarto, ela é esfaqueada até a morte no chuveiro, aparentemente pela maníaca e possessiva mãe de Bates. Quando um investigador de seguros também é assassinado ao procurar Mary, o namorado e a irmã da garota morta tentam decifrar o mistério. Eles acabam por desmascarar Norman Bates como um matricida, travesti e assassino em série.

Eis os detalhes que são postos em cópia como expliquei no inicio, mas vamos deixar de lado o possível plágio da vida real, para nos focarmos no livro em si, o diretor mudou só alguns detalhes como os nomes dos personagens e incluiu cenas novas para o inicio do filme, cenas estas que teve um grande debate em mostrar ou não a jovem Marion de lingerie ou era aquela cena ou a nudez no chuveiro, eis que Hitch ganhou no final e foram ao ar as duas.
Com baixo custo este não pode contratar suas estrelas frequentes em seus grandes filmes, Audrewy Hepburn acabou ficando grávida, Grace Kelly casando-se com o príncipe e James Stewart que tinha grandes exigências salariais, eis que surgem novos atores que cobravam menos por filmes, ninguém imaginaria que Anthony Perkins ao receber o papel de Norman seria conhecido mundialmente por seu personagem.
Detalhes foram explicados desde os movimentos das câmeras quando a mocinha foge pela estrada, lendo percebe-se cada detalhe que hoje parece tão fácil, mas antes era tão complicado. Outro ponto importante foi à nudez do assassinato no chuveiro, já havia comentado sobre isso, mas na época era completamente bizarro e imoral fazer tal ato no cinema, foi usada uma modelo para fazer a cena já que Vera não aceitou se expor desta forma, os pequenos pedaços de pele mostrados no filme já revolucionaram na época.
O próprio diretor faz uma pequena aparição no filme, um detalhe que sempre inclui, além dele, sua filha também participa nas primeiras cenas com Vera no escritório em que Marion trabalha.




Ps.: Eis a imagem, sim eu tenho o filme caso estejam se perguntando onde consegui o print, fiz assim que li a parte no livro, tenho ele e vou procurar mais clássicos do diretor, adivinhem! Quem quiser posso passar o Torrent para baixar, tenho também Bonequinha de Luxo.

As brincadeiras em relação ao filme foram a parte divertida do diretor, ele ludibriou todos os curiosos que tentavam achar furos para mostrar as gravações, fez um decreto que ninguém contasse o final do filme ao sair dos cinemas, virou uma lei sendo quem era, então imagine pegadinhas para saber quem seria a atriz que faria a Mãe ou descobrir as mortes e todos os detalhes surpreendentes que criou.

“Ao longo da filmagem, ele manteve sempre visível uma cadeira com ‘Sra. Bates’ escrito atrás, bem grande. O humor de Hitchcock era assim. Por Deus, a Sra. Bates era uma pessoa real, então tinha de ter uma cadeira.” Num final de tarde, o diretor se acomodou nessa cadeira — uma foto premeditada (e devidamente registrada) como um agrado para os divulgadores do estúdio; mais tarde, todos os principais nomes do elenco, de Martin Balsam a Janet Leigh, também foram fotografados na mesma cadeira. Exceto, claro, Anthony Perkins.


O que lamento dizer é que os críticos fizeram muitas negativas quando o filme saiu, isso se dá ao fato de ter muitas reviravoltas e todo o ar macabro, disseram tantas coisas denegrindo o filme que vocês entendem o que é receber reconhecimento depois de sua morte, então foi assim com Hitchcock, o seu filme mais barato, com atores desconhecidos e com todos os empecilhos possíveis foi e ainda é reconhecido por um de seus melhores trabalhos, quiçá o melhor.
Para terem noção, Psicose faturou quinze milhões de dólares no mercado americano ao final de seu primeiro ano de exibição, o publico admirava, mas os críticos odiavam.

‘Segundo Hitchcock, “Psicose foi um filme que fiz com uma grande sensação de deleite. Para mim, ele é divertido... Foi quase como levar o público, através da velha casa sinistra, para uma roda-gigante ou uma montanha-russa.”’.

Para finalizar, dou os parabéns a Alfred Hitchcock por uma adaptação incrível que marcou e ainda marca o cinema, a música no banheiro vai ser eterna em seu suspense e à fidelidade à obra até a última fala, “Eu não poderia fazer mal a uma mosca.”.
Quem gosta de saber o que há por trás das câmeras deve ler este livro, tanto pelo seu conteúdo assim como pelo amor ao cinema.
Xoxo

“O cinema deveria ser considerado mais forte que a razão.”

— Alfred Hitchcock

K Riquelme

25 comentários:

  1. Olá, tudo bem?
    Mas que post maravilhoso. Esse livro está na minha lista de desejados há muito tempo e é claro que ainda pretendo lê-lo, especialmente por ser fã do gênero e da trama abordada. Sem contar que sou apaixonada por cinema e sempre é bom saber o que se passa por trás das câmeras. Todos os detalhes são imprescindíveis.
    Beijos, Fer

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  2. Olá, Kammy... é a primeira vez que visito o seu blog e já deu pra sentir a vibe. Eu nunca assisti ao filme psicose, mas sei que é um clássico e é impossível não lembrar da cena da moça no chuveiro, mas o que mais me espantou ao ler sua resenha, é saber que essa história é baseada em cenas reais... OMG! Claro que fiquei instigada ao ler o livro, pois gosto de saber dos bastidores, biografias e sobre as pessoas que fizeram a coisa acontecer. Naquela época, era natural os críticos fazerem críticas negativas a esse tipo de filme, devido a certos conceitos da sociedade. Enfim, anotei na minha listinha pra ler esse livro.
    beijos!

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  3. Gente, que post completo!!! Adoro os filmes - sim, eu gosto do remake também - e não sabia que o primeiro filme tinha sido tão cruelmente criticado. caramba!!!!! Acho que o livro deve ser recheado de curiosidades e eu espero poder conferir em breve!
    MEU AMOR PELOS LIVROS
    Beijos

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  4. Caramba, quanta informação! eu gostei muito de saber da história nos bastidores e eu não sabia nem metade do que acabei de conhecer no teu post. Eu vi o filme fazem muitos anos, eu acho que ainda era uma criança e vi porque minha mãe estava vendo, mas as cenas principais eu lembro até hoje e sempre vejo em uma ou outra matéria por aí. Eu comecei a acompanhar a série Bate's Motel mas não consegui terminar.

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  5. Olá

    Nunca vi o filme é muito dificil não conhecer a clássica cena do chuveiro. Não sabia que é baseado em fatos reais. Apesar de não ser fã adoro livros sobre bastidores tenho alguns em casa e sempre me impressiono com a quantidade de informação que eles trazem. Adorei sua resenha foi bem profunda e estruturada.

    Everton Equipe Rillismo
    rillismo.blogspot.com.br

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  6. Oiii Kammy, tudo bem?
    Sou uma grande admiradora de Alfred, tenho alguns livros e tenho este que resenhaste, creio que eu não sei se realmente irei gostar da obra sabe? Comprei estava bem barato e porque é dele né hahahaha me chamou bastante atenção a relação crítica e tudo mais. Pretendo ler também, mas irei demorar. Não tenho palavras para falar sobre sua resenha que realmente está maravilhosa, cada detalhe, vontade de te abraçar. Parabéns!
    Beijão

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  7. Caramba seu post por si só já foi um livro e deu para perceber o quanto gostou da leitura. Para os amantes de cinema tenho certeza ser uma excelente obra. Já eu não me interesso tanto assim.
    Fica para uma próxima dica
    Bj
    Camila Bernardini Coelho

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  8. Oi, não sabia da existencia desse livro, mas já achei interessante um livro que conta os bastidores e tudo o que aconteceu por tras do livro. Para quem ama cinema, deve ser um prato cheio.
    bjus
    http://recantoliterarioeversos.blogspot.com.br/

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  9. Olá!
    Nossa, que post mais encantados. Não sabia desse livro, mas confesso que fiquei bastante curiosa.
    Não tenho o costume de ler livros de bastidores, mas achei a premissa muito interessante e gostei muito do print que você tirou.
    É um livro que leria, entretanto, não de imediato.
    Beijos,
    http://mileumdiasparaler.blogspot.com.br/

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  10. Oie!
    Nossa, sua resenha ficou perfeita! Com bastante informações e ainda nos envolvendo e deixando curiosos para conhecer esse livro. Eu ainda não tive a oportunidade de ler o livro, mas fiquei bem curiosa para conferir.
    Não é o meu tipo de livro favorito, mas depois dessa resenha, já fiquei bem curiosa.
    Bjks!
    Histórias sem Fim

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  11. Oiee ^^
    Acho que ainda não conhecia o filme, muito menos o livro, mas eu não sou muito fã de histórias macabras, mesmo gostando de reviravoltas..hehe' Fico feliz em saber que você gostou tanto do livro, e que a adaptação tenha sido incrível, com certeza é uma ótima dica para quem gosta de histórias e livros nesse estilo :)
    MilkMilks
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

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  12. Olá, sempre tive muita vontade de ler esse livro pelo fato de eu ser apaixonada pela história de Psicose. Eu já li o livro e assisti ao filme diversas vezes, acho que seria interessante eu ler esse livro dos bastidores, acredito que iria me interessar muito!

    Beijos

    http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2016/03/resenha-beleza-cruel.html

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  13. Oi *--*

    Pode me julgar, não curti o filme =/
    Acho que quando fui assistir estava com as expectativas nas alturas e achei muito OK pra ser um clássico obrigatório a ser assistido. Por conta disso creio que não curtiria a leitura dessa "biografia" mas creio que para os fãs deve ser um prato cheio.

    Bjos
    rillismo.blogspot.com.br

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  14. Ola lindona já assisti o filme e gosto muito , uma pena ele ter sua obra reconhecida após sua morte, parabéns a Editora pela linda edição repleta de detalhes que enchem os olhos dos leitores. A música virou marca registrada de suspense. Postagem completa e objetiva parabéns. beijos

    Joyce
    www.livrosencantos.com

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  15. Olá... tudo bem??
    Não assisti o filme, mas tenho muita vontade... só não consigo mexer no torrent rs... de qualquer forma, vou procurar para a assistir... é uma pena que o reconhecimento veio depois da morte... mas pelo menos veio... acredito que esse deve ser um clássico que é necessário ser assistido... pois eu adoro filmes dessa temática... e ainda mais com esse teor bem inteligente que vem por trás... que bom que você gostou da leitura... xero!

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  16. Nossa, esse livro parece incrível. Eu não sou muito fã dos gêneros terror e suspense por motivos de dificuldade de dormir à noite. Mas Hitchcock eu dou meu braço a torcer. Eu tenho quase certeza de que nunca assisti Psicose, mas já vi tantas cenas em documentários e histórias sobre o filme que até fico na dúvida.

    Depois de ler sua resenha eu to com muita vontade de ver o filme e saber mais sobre a história. Esse livro que você resenhou hoje pode não ser do agrado de todos, mas ele é unânime no quesito interesse, no mínimo!

    Beijos,
    Mariana Baptista
    umavidaporlivro.wordpress.com

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  17. Não assisti ao filme Psicose, mas vi um que fala sobre o processo de produção dele. Acredito que o filme seja um presente para os fãs do filme assim como os do Alfred e do cinema em si.

    Blog Profano Feminino

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  18. Eu nunca assisti Psicose, nunca tive coragem. Mas depois de assistir Janela Indiscreta, me animei. Gostei muito do trabalho do H.

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  19. Confesso que estou em dívida comigo mesma por ainda não ter assistido Psicose. Sei que ele foi um marco na carreira de Hitchcock e parece que o livro retrata bem a importância que teve pra ele. Acho que a leitura vai valer muito a pena quando eu finalmente assistir o filme!

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  20. Gostei muito do seu post sobre esse livro, super completo. Amei conhecer um pouco mais sobre Alfred Hitchcock e sobre Psicose, esse filme que eu ainda não assisti mas que é um marco.
    Beijos
    Mari
    www.pequenosretalhos.com

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  21. Eu AMO tanto o livro como o filme Psicose! Sou realmente apaixonada pela obra e ainda não vi esse filme sobre Hitcock! Acho que vou ver o filme, e depois ler esse livro, para não estragar as surpresas haha Ótima resenha! Beijos!
    Blog Vintee5 | Canal Vintee5

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  22. Acredita que eu ainda não assisti o filme Psicose? Um dia eu ainda assisto ele...
    Esse livro parece ser ótimo para quem já viu o filme e gostou.

    ps: Adorei o banner do seu blog *-*

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  23. Que resenha detalhada, super amei a publicação!
    Eu não conhecia a história, até ter que me aventurar no curso de fotografia sobre o filme.. Assisti tantas vezes, que consegui pegar todos os detalhes e entrou para a minha lista de favoritos.
    www.saidaminhalente.com

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  24. Uma das minhas maiores vergonhas é que nunca assisti esse filme! Não fazia ideia que o contexto de sua produção batia com a época do Ed Gein, já li muito sobre ele, e de certo é um dos piores assassinos da história.

    Bites!
    Tary Belmont

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  25. UAU! Que resenha, já deu mesmo para perceber, que diferente do filme o livro te agradou bastante, e que com certeza ele é mil vezes melhor do que a adaptação cinematográfica. O.O

    Parabéns, mais uma vez,
    Abraços. o/

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